WORLD PRESS PHOTO regressa a Lisboa a partir de 27 de abril e celebra 18 anos em Portugal

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A revista VISÃO traz novamente à capital portuguesa o WORLD PRESS PHOTO, a maior exposição de fotojornalismo do mundo.

A 62ª edição do WORLD PRESS PHOTO abre ao público no dia 27, e estará patente no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, na Rua da Escola Politécnica, até ao dia 19 de maio.
Criado em 1955 pela organização homónima e sem fins lucrativos, o concurso WORLD PRESS PHOTO premeia, anualmente, fotografias que dão a conhecer ao público questões e momentos cruciais e fraturantes, que marcam a atualidade de povos e sociedades em todo o mundo, e que se repercutem além-fronteiras, com consequências à escala global. Ao todo, nesta que é a 62.ª edição do concurso, foram analisadas 78.801 fotografias enviadas por 4738 fotógrafos de 129 nacionalidades.
As fotografias vencedoras estarão expostas no antigo Picadeiro do Colégio dos Nobres, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, até 19 de maio, todas as quintas, sextas, sábados, domingos e feriados, das 10h às 20h.

Aos sábados e domingos, o público poderá, para além de visitar a exposição principal, participar em talks, rallies e workshops de fotografia gratuitos com fotógrafos conceituados, como Arlindo Camacho, Isabel Saldanha, Luís Barra, Mário Cruz, Gonçalo F. Santos e Nuno Sá.
Os bilhetes estão à venda no local da exposição e custam 4 euros. Estudantes e seniores pagam metade desse valor.
Nesta que é a mais reconhecida exposição de fotojornalismo internacional, estarão em exibição 140 fotografias, da autoria de 43 fotógrafos nomeados oriundos de 25 países, incluindo a do fotojornalista português, Mário Cruz, premiado na categoria Ambiente. “Living Among What’s Left Behind” (“Viver entre o que foi deixado para trás”, na tradução do inglês) é o título da imagem captada por Mário Cruz, que desenvolveu, a título pessoal, este projeto sobre comunidades de Manila, nas Filipinas, que vivem sem saneamento e rodeadas de lixo, junto ao rio Pasig, declarado biologicamente morto na década de 1990. A imagem vencedora mostra uma criança que recolhe materiais recicláveis deitada num colchão rodeado por lixo que flutua no rio.

Mário Cruz, o fotojornalista português, da agência Lusa, que em 2016 já tinha conquistado o primeiro lugar na categoria de temas contemporâneos com um trabalho sobre a escravatura de crianças no Senegal, conseguiu este ano o terceiro lugar na categoria ambiente, estará no Sábado dia 27 de abril, à conversa com um número restrito de visitantes da exposição a partir das 15h.
Para Mafalda Anjos, diretora da revista VISÃO, “Esta é a parceria perfeita”. “A boa fotografia faz parte do ADN da revista desde a sua fundação e o WORLD PRESS PHOTO é a referência mundial em fotojornalismo, partilhando connosco os valores da qualidade, credibilidade e rigor informativo. É muito bom poder, mais uma vez, mostrar o mundo captado em imagens extraordinárias que se colam à retina”, afirma, acrescentando que: “Trazer para Portugal uma exposição com este prestígio é motivo de grande orgulho para a VISÃO. E poder fazê-lo pela 18ª vez em Portugal é razão para celebrar. A mostra atinge a maioridade em território nacional, e isso traduz-se num aumento de responsabilidade para a revista. Queremos que o projeto continue a crescer e a evoluir – desejamos chegar a cada vez mais pessoas.”
Na inauguração de dia 26 de abril estarão presentes a ministra da Cultura, Graça Fonseca, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, o reitor da Universidade de Lisboa, António Cruz Sousa, a diretora da revista VISÃO, Mafalda Anjos e a curadora da exposição e representante da Fundação WORLD PRESS PHOTO, Yi Wen Hsia.

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